quinta-feira, 2 de maio de 2013


Por Prof. Paulo Almeida da Silva
Coordenador do PIBID/Geografia do CESTB

I SEMINÁRIO DE PIBID DO CESTB

Acontecerá nos dias 7 e 8 de maio de 2013, o I SEMINÁRIO DE PIBID DO CESTB. O evento foi pensado como mais uma oportunidade de ampliar o debate sobre a educação nos níveis fundamental e médio em Tabatinga e alguns dos municípios do alto Solimões. Queremos conhecer alguns dos fatores que tenham repercussão nos índices de aprovação, reprovação e abandono. Que este debate nos possibilite apontar as principais dificuldades e como estas vêm sendo enfrentadas pelos profissionais da educação. As metodologias de ensino, também merecem muita atenção, principalmente por que podem responder pelo melhor desempenho do professor e do aluno.
É neste contexto que queremos apresentar a importância de programas como o PIBID, pois ele já nasce como uma ferramenta disponível ao estudante universitário tornando possível sua inserção no ambiente escolar, antes mesmo de seu estágio obrigatório. A programação reúne palestras, mesa redonda e principalmente troca de experiências, metodologias e desafios vivenciados pelos pibidianos nas escolas onde atuam.
O Centro de Estudos Superiores de Tabatinga - CESTB - campus da Universidade do Estado do Amazonas, desenvolve este programa em diversas escolas desta cidade. Conheça-os:
-O Pibid do curso de Ciências Biológicas, coordenado pela Profa. Patrícia, conta com 12 bolsistas de docência e 2 supervisores e está implantado nas escolas estaduais Raimundo Carvalho e Pedro Teixeira .
- Coordenado pela Profa. Karem, o Pibid do curso de Matemática com 10 bolsistas de docência e 2 supervisores, está na Escola Estadual Conceição Xavier de Alencar.
- Implantado nas Escolas Municipais Francisco Mendes e Antônio dos Reis Morais, com 18 bolsistas de docência e 3 supervisores, o Pibid de Pegadogia é o mais numeroso. É coordenado pela Profa. Darcimar.
- O Prof. Paulo Almeida, coordena o Pibid de Geografia. Está implantado na Escola Estadual Duque de Caxias e conta com 14 bolsistas e 2 supervisores.
O evento foi organizado pelos coordenadores de área envolvendo todos os pibidianos do CESTB. PARTICIPE !!!



quinta-feira, 11 de abril de 2013

Celebrando a Páscoa

Por Paulo Almeida da Silva

Envoltos em mais uma Semana Santa, revivemos a paixão de Cristo, que
representa aqueles que seriam os últimos momentos da vida de Jesus. A
Semana Santa reúne importantes datas, como o domingo de ramos, a
sexta-feira santa, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa. Estas
datas constituem-se em importantes eventos para a fé cristã e são
celebradas por cristãos do mundo inteiro.

O substantivo pesah/páscoa vem da raiz verbal psh, que segundo o Prof.
Luiz Roberto Alves citado pelo prof. Tércio Machado Siqueira,
professor de Antigo Testamento da FaTeo, que estuda o tema, o verbo
pasah significa passar por cima, saltar por cima. Assim diz o Prof.
Luiz Roberto Alves: "O verbo que dá base ao substantivo pesah tem o
sentido de salto, movimento, caminhada, travessia (...)

E tem sido este o sentido que adotamos e com o qual celebramos a
páscoa. Regozige-se pois Jesus venceu a morte !!! Cultue segundo seu
credo religioso, direito garantido pela Constituição federal, que
assim se reporta ao tema:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes
no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade,
à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo
assegurado livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma
da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias. (CF 1988)

Sinto-me reconfortado que a lei de Deus tenha encontrado espaço nas
leis dos homens, e que apesar dos desmandos e das divergências que
ocorrem em outras áreas de nossa convivência social, é quase
unanimidade que o Brasil ainda é um país de muita liberdade, inclusive
a religiosa. Feliz Páscoa !!!

Disponível em http://www.metodista.br/fateo/materiais-de-apoio/estudos-biblicos/um-estudo-sobre-a-origem-da-pascoa.
Acesso em 23/03/2013.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Início do ano letivo


Por Paulo Almeida da Silva
Estamos iniciando mais um ano letivo. As escolas voltam a abrir suas portas para receber seus alunos. Pais voltam a transportar seus filhos até a escola. Professores retornam às suas atividades docentes. Servidores reassumem suas funções no ambiente escolar. Tudo isso por que ainda cremos na educação. No diferencial que ela proporciona a quem a busca. Com ela vislumbramos novos horizontes!

A Secretaria de Educação do Estado do Amazonas fez algumas mudanças, principalmente no que se refere ao trabalho docente, que queremos comentar. A LDB nos diz no seu Art. 61.

Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são:

I – professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio;

II – trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas;

III – trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.

No que diz respeito à formação do professor, a legislação está bem clara. No item III, está citado que o trabalhador em educação pode ser portador de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.

 Desde que a LDB foi promulgada, as secretarias de educação vêm trabalhando para qualificar seus professores e tentando deixar cada um trabalhando na sua respectiva área de formação. Isto atende a legislação. Mas, é nela mesma que também nos apoiamos para dizer que a formação em área afim, também é possível de ser aceita, respaldando o professor a adentrar em outras áreas diferentes daquela de sua formação. Isto seria suficiente para justificar que uma jornada de trabalho de 20 horas semanais poderia ser completa em uma mesma escola.

É esta mudança que não foi bem vista pelos professores, pois para completar uma carga horária de até 20 horas por semana, o professor tem que se deslocar para outras escolas. Imagine se no entorno da moradia deste professor, houver uma só escola. Ele vai ter que se deslocar para outro bairro. Vamos pensar naquele professor que mora em uma cidade ou comunidade com poucas escolas. Não se teria que abrir uma exceção?

Companheiros da educação, a mobilidade pode chegar à coesão, da coesão à reivindicação, da reivindicação à possibilidade de ser ouvido.